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Campeonato Norte de Ralis - Rali Montelongo 2018

Com meia centena de inscritos e cerca de 62 km de troços cronometrados, a edição 2018 do Rali Montelongo, com a assinatura da Demoporto, animou as serras de Fafe.

montelongo final Os vencedores do Rali Montelongo 2018

Luís Delgado consolida comando do campeonato

A dupla Luís Delgado/André Carvalho, em Citroën C2 S1600 consolidou, no Rali Montelongo, a liderança do Campeonato Norte de Ralis. Venceu a prova com um tempo total de 37m21.10s. André Ferreira e Alberto Silva estiveram durante toda a competição à altura dos acontecimentos, foram os únicos a conseguir dar alguma réplica e reservaram o segundo lugar do pódio, a 25,20s do vencedor. A regularidade de João Alves e José Rodrigues (Peugeot 106), valeu-lhes o terceiro lugar e a vitória entre os X1. José Adriano Costa, em Nissan Micra, manteve sempre a pressão sobre o piloto do 106, foi quarto à geral e segundo no grupo X1. Mário Castro e Ricardo Cunha, em Ford Fiest Ecoboost, únicos no grupo P2, fecharam o "top five". Nuno Alves e Bruno Machado completaram o pódio dos X1 e foram sextos à geral. Igual lugar na classe, mas P1, para a equipa do Peugeot 208, João Castela e João Leones, que foram sétimos na tabela geral. Tiago Macedo levou o Renault Clio 2.0 ao oitavo posto, mas conquistou a vitória nos X5. André Rodrigues, em Peugeot 206 foi nono enquanto Filipe Oliveira, primeiro no grupo X3, fechou o leque dos dez melhores da edição 2018 do Rali Montelongo.

Entre os X2, António Oliveira parece começar a “fazer as pazes” com o Peugeot 205 Gti venceu a categoria e foi 13.º à geral. Sérgio Freitas, com o Hyundai Getz, triunfou entre os Diesel.

Copa 106

A competição reservada aos Peugeot 106 XSI, que contou com um plantel de 12 carros, foi conquistada pela dupla Fábio Paço/Pedro Moura que deixou José Veiga, segundo classificado a 46,50s de diferença. Rafael Pereira fechou o pódio da categoria reservada à marca do leão.

montelongo vencedor Luís Delgado/André Carvalho (Citroën C2 S1600)

2.ª Secção (Resumo)

PEC 5 Montim 2 (6,92 km)

Luís Delgado e André Carvalho, entraram “com tudo” no arranque da 2.ª secção. Cumpriram a segunda passagem por Montim com um tempo de 3.43,40s, tirando cerca de 0,6s, ao registo conseguido de manhã. André Ferreira e Alberto Silva foram os segundos mais rápidos, mas com uma diferença de 09,10s. João Alves e José Rodrigues, com o Peugeot 106 mantiveram o terceiro posto e o comando entre os X1, mas muito perto de Ferreira. Lucas Simões (1.º X2) com o Megane RS mais colaborante corria “atrás do prejuízo”, foi quarto na especial e ficou a apenas 1,30s do 16 de Alves. João Castela entrou bem nesta 2.ª secção, rubricando o quinto melhor tempo.

Fábio Paço assegurou o melhor tempo na Copa 106, seguido por Rafael Ferreira e José Veiga.

PEC 6 Rio Vizela 3  (10,79 km)

Na segunda e derradeira passagem por Rio Vizela, Luís Delgado voltou a ser o mais rápido, com um tempo de 6,29.60s e parte para derradeira especial da prova com uma vantagem de 17,40s, sobre André Ferreira que foi segundo a 07,00s. João Alves, repetiu o terceiro melhor tempo e assegurou, até ao momento o fecho do pódio.

Lucas Simões manteve a mesma toada ofensiva. Foi quarto à geral e comanda o grupo X2. José Abriano Costa fechou o grupo dos cinco melhores. Mário Castro conseguiu o sexto melhor registo, seguido de Nuno Alves, Tiago Macedo (1º X5), João Castela e João Andrade, que por esta ordem assinaram os 10 melhores registo da penúltima especial do rali.

No grupo X3 o melhor tempo foi para Cláudio Ornelas, em Mitsubishi Lancer Evo III, com um tempo de 7,09.90s.

Na Copa 106 Fábio Paço voltou a assinar o melhor tempo, enquanto José Veiga, desta vez levou a melhor sobre Rafael Pereira, que por esta ordem reservaram três primeiro lugares na última classificativa da prova.

PEC 7 Gontim 2 (7,78 km)

Na última especial André Ferreira não teve argumentos para Luís Delgado, que voltou a registar o melhor crono, com um tempo de 4.56,50s. Ferreira foi segundo, mas com Lucas Simões a apenas 2,80s (primeiro X2). João Alves foi o quarto e José Adriano Costa quinto.

1ª Secção

 Luís Delgado em Citroën C2 S1600 e André Ferreira aos comandos do Peugeot 208R2 discutiram entre si, a liderança da 1.ª secção do Rali Montelongo 2018, quinta prova pontuável para o Campeonato Norte de Ralis.

Ferreira entrou mais ao ataque, enquanto Delgado, optou por uma toada mais defensiva, “sobretudo porque estava sem pneus e não podia arriscar demasiado, à tarde já vou contar com um novo conjunto e tentar impor outro ritmo”, adiantou o piloto flaviense. Os 1,3s que separam esta dupla do grupo PSA deixa antever uma segunda secção bastante animada.

A dupla João Alves/José Rodrigues, em Peugeot 106 encerrou o pódio da manhã, mas foi primeira entre os X1. Sempre com um ritmo muito regular, Alves seguiu sempre de perto o duelo da frente, perdeu algum tempo na segunda passagem por Rio Vizela, devido a um furo, mas parte para  a secção da tarde com uma margem de 44,40s, para o Nissan Micra de José Adriano Costa, quarto à geral.

Mário Castro, em Ford Fiesta Ecoboost, fechou o top five da manhã. Ilderico Almeida, comanda no grupo X2 com um Triumph Dolomite, enquanto o Mitsubishi EVO V de Filipe Oliveira levou a melhor entre os carro do grupo X3.

Na Copa 106, Paulo Sousa superou a concorrência.

1.ª Secção (Resumo)

PEC 1 Rio Vizela 1 (10,79 km)

A dupla André Ferreira/Alberto Silva, em Peugeot 206 R2 assinou o melhor tempo absoluto na primeira passagem por Rio Vizela com um tempo de 6.41,00s. João Alves em Peugeot 106, ficou a 6,90s e primeiro no grupo X1. O comandante do campeonato, Luís Delgado rubricou o terceiro melhor tempo, 6.48,30s, a7,30s do melhor registo. Celso Moura e Tânia Machado, em Peugeot 205 Maxi foram quartos, mas dentro do mesmo segundo de Delgado.

O Skoda Fabia Tdi de Augusto Costa e Susana Silva, melhor entre os Diesel conseguiu o quinto melhor tempo. Lucas Simões, esteve melhor entre os X2 e foi sexto à geral.

 PEC 2 Gontim 1 (7,78 km)

Luís Delgado (Citroën C2 S1600) e André Ferreira (Peugeot 206 R2), reclamaram o melhor registo na primeira passagem por Gontim, ambos com um crono de 5.30,4s. João Alves foi terceiro.

Augusto Costa foi novamente quarto e João Andrade em Citroën Saxo conseguiu o quinto melhor tempo. Nuno Alves foi sexto, seguido do Nissan Micra de José Adriano Costa.

Mário Castro em Ford Fiesta Ecoboost, foi o melhor entre os P2 e oitavo à geral. João Castela conseguiu a nona melhor passagem e Filipe Oliveira, em Mitsubishi EVO V fechou o top ten e foi o melhor no grupo X3.

Já no grupo X2, a melhor passagem foi assinada por Pedro Serôdio Jr, aos comando de um Renault Clio. Ainda neste grupo, registo para Lucas Simões, obrigado a “levantar o pé” por avaria mecânica no Renault Mégane RS.

PEC 3 Montim 1 (6,92 km)

Na primeira passagem por Montim, um troço já a permitir médias de velocidade superiores a 100 km/h Luís Delgado deixou o 206 R2 de André Ferreira a 04,50s e encurtando a diferença à geral para apenas 02,80s.

João Alves continou a seguir de perto a luta da frente. Terceiro à geral e tranquilo entre X1. Mário Castro e Nuno Alves, por esta ordem fecharam o top five de Montim.

Paulo Sousa destacou-se da concorrência na Copa 106, destina em exclusivos a modelos XSi.

 PEC 4 Rio Vizela 2  (10,79 km)

Na última especial da manhã, Luís Delgado apostou forte e assumiu o comando do rali, deixou André Ferreira a 04,10s, partindo para a 2.ª secção com um vantagem de 1,30s sobre o 208Rs de Ferreira. João Alves continua a ser um expectador atento ao duelo à sua frente, apesar do furo neste troço consegue manter o terceiro posto na chega ao final da 1.ª secção.

montelongo 106 Fábio Paço/Pedro Moura (Peugeot 106)

Fotos por: Digital Racing Photo

Decisão só após a última Especial

A super-especial de Cabeceiras de Basto, quinta e última prova do Rali de Cabeceiras de Basto decidiu a prova, que ficou marcada por condições atmosféricas adversas. Alfredo Barros e Paulo Silva, em Ford Fiesta R5, foram os vencedores da prova organizada pelo DEMOPORTO.

Os carros de tracção integral, que normalmente teriam vantagem nos pisos de terra, ganharam ainda mais distância para os “duas rodas motrizes”, graças à chuva que se fez sentir.

Os R5´s dominaram e António Dias e Daniel Pereira (Skoda Fabia R5) terminaram a primeira secção na frente, com uma vantagem que lhes permitia encarar com alguma tranquilidade as segundas passagens pelas classificativas de Veiga e de Busteliberne.

Alfredo Barros e Paulo Silva (Ford Fiesta R5) começaram com o pé direito, mas a segunda classificativa era madrasta. O parabrizas do Fiesta embaciava e perdiam 1m 31s, que os atiravam para o segundo posto no final da primeira secção.

Luís Mota e Alexandre Ramos (Mitsubishi Lancer EVO VI) cediam 1m 46,6s para os líderes e encerravam o pódium provisório.

Rui Dias e André Bastos (Citroen C2 R2) eram quartos e melhores duas rodas motrizes, com 1m 04,1s de vantagem sobre os adversários.

Do lado do azar, Aloísio Monteiro e André Couceiro eram penalizados em dez segundos, logo no momento da partida pois problemas em colocar o Subaru Impresa em funcionamento faziam-no entrar no minuto seguinte. Depois, os problemas repetiram-se e terminavam a primeira passagem no oitavo posto.

Herculano Moura e João Magalhães ficavam parados com problemas de alimentação no Peugeot 206 GTI e João Andrade e Vítor Costa (BMW E36) desistiam com problemas de embraiagem.

Na segunda passagem por Veiga, Alfredo Barros e Paulo Silva atacaram forte, enquanto António Dias e Daniel Pereira cediam 21 segundos, do minuto e 27 ganhos nas duas passagens anteriores. A Vantagem era confortável, mas mesmo assim os homens do Skoda ganharam a classificativa seguinte e chegaram a Cabeceiras na frente, com 1m 09,8 de vantagem.

Nas duas rodas motrizes, Rui Dias e André Bastos terminaram a secção na frente, apesar dos esforços de Helder Miranda e Rui Teixeira, também em Citroen C2 R2, que conquistaram segundos preciosos, mas que não chegaram para contrariar a vantagem conseguida na primeira secção.

Faltava a Super-especial de Cabeceiras de Basto e os 1600 metros do último troço acabaram por ser decisivos para a classificação final. António Dias e Daniel Pereira tiveram um erro de percurso, que lhes valia uma penalização de três minutos. Dessa forma caiam para o segundo posto, perdendo uma vitória quase certa.

Rui Dias e André Bastos faziam uma prova “limpa” e ganhavam o terceiro posto da geral, pois Luís Mota e Alexandre Ramos, também tinham um erro na última classificativa e os três minutos de penalização faziam “mossa”, atirando-os para o quarto posto da geral. Os homens do Citroen C2, Dias e Bastos, eram também os vencedores das duas rodas motrizes e do Grupo P2. Aos homens do Mitsubishi Lancer EVO VI, restava o consolo de ganharem o Grupo P3.

Miguel Teixeira e Hugo Pereira (BMW E30) ganhavamo grupo X2 e Jorge Pinto e João Magalhães (VINNT) ganhavam entre os X3.

Rally Serras de Fafe - Taça FPAK de Ralis e Campeonato Norte de Ralis

Cabeçalho rali 18

Taça FPAK de Ralis

Ricardo e Carlos Matos (Mitsubishi Lancer EVO IX) foram os vencedores da Taça FPAK de Ralis. Após terem domindado a prova e terminado com uma vantagem de 2m 30,90s sobre a concorrência. O domínio dos líderes foi evidente logo no primeiro dia, em que terminaram com 1m 55,70s, mas quando parecia que poderiam gerir essa vantagem, ainda aproveitaram para ganhar mais 35 segundos e vencer.

O segundo posto foi bem mais disputado. Fernando Teotónio e Ricardo Domingos (Mitsubishi Lancer EVO VII) tiveram que suar para manterem os adversários em respeito. Primeiro José Merceano e Francisco Pereira (Mitsubishi Lancer EVO VIII MR) andaram pelo segundo posto, mas problemas no carro atrasaram-nos - viriam a terminar no quinto posto final - e a partir do fim-da-tarde de Sábado, foi a vez de Pedro Sá e Leandro Parreira (Mitsubishi Lancer EVO IX) terem "tomado de assalto" o terceiro posto. Acabaram a 28,30 segundos dos homens do EVO VII.

O quarto posto foi posse Luís Mota e Alexandre Ramos (Mitsubisihi Lancer EVO VI).

 MG 2636 Ricardo e Carlos Matos (Mitsubishi Lancer EVO IX) - Foto de Zoom Motorsport

Campeonato Norte de Ralis

Fernando Peres e José Pedro Silva (Mitsubishi Lancer EVO IX) venceram, depois de uma prova muito disputada, em que fizeram uma gestão de tempos que lhes permitiu manter o primeiro lugar durante toda a prova.

Começaram a vencer e repetiram a graça na classificativa seguinte, depois foi a vez de Márcio Marreiros e Rui Serra (Mitsubishi Lancer EVO IX) ganharem uma classificativa, mas Peres e Silva já tinham um vantagem de mais ou menos 15 segundos que lhes permitia gerir a prova.

Carlos Fernandes e Valter Cardoso (Mitsubishi Lancer EVO VI) ganhavam a última calssificativa (Fafe Street Stage 2) de Sábado, mas nem isso abalava a liderança de Peres e Silva. 

Domingo era tempo do ataque de Carlos Fernandes e Valter Cardoso, mas a gestão de Peres e Silva permitia-lhes vencer, com 12,60 segundos de vantagem.

Márcio Marreiros e Rui Serra assistiam "de palanque" à luta dos dois primeiros e seguiam para o terceiro posto, à frente de Tiago Almeida e Ricardo Pinto (Motsubishi Lancer EVO IX) e de Daniel Guerra e Patrícia Guillem (Subaru Impresa), que eram a melhor equipa estrangeira.

André Ferreira e Gonçalo Dias (Peugeot 208 Rs) eram os melhores duas rodas motrizes e venciam entre os P1, tendo batido António Olivieira e Luís Boiça (Peugeot 205 Gti), que confessavam "nada poderem fazer para baterem um carro da nova geração." Ganhavam nos X2.

A vitória nos X1 foi para Manuel Teixeira e João Costa (Citroen Saxo Cup).

 

 

Rally Serras de Fafe - Domingo

Cabeçalho rali 18

Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5) e Miguel Barbosa e Hugo Magalhães (Skoda Fábia R5) voaram baixinho durante todo Rally Serras de Fafe. Só após ter sido disputada a última prova de classificação, que por ironia terminou empatada em tempos, foi possível saber que Moura e Costa ganharam uma das mais renhidas provas de sempre, dos ralis nacionais. Durante todo o rali, houve seis trocas de líder da prova, nos onze troços disputados e a diferença finall cifrou-se em 1,70 segundos.

serras fafe moura vence  Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5) - Foto de Zoom Motorsport  SF1 8486 Miguel Barbosa e Hugo Magalhães (Skoda Fábia R5) - Foto de Zoom Motorsport

Pedro Meireles e Mário Castro (Skoda Fábia R5) arrecadaram o terceiro lugar do podium, gerindo a fase final, já com José Pedro Fontes e Paulo Babo (Citroen DS3 R5) a "chegarem-se" à traseira do Skoda, à medida que a prova decorria e Fontes confessava estar "a ganhar ritmo".

serras fafe meireles1 Pedro Meireles e Mário Castro (Skoda Fábia R5) - Foto de Zoom Motorsport serras fafe fontes sb José Pedro Fontes e Paulo Babo (Citroen DS3 R5) - Foto de Aifa

Armindo Araújo e Luís Ramalho (Hyundai i20 R5) conseguiram um quinto posto "suado" depois de uma prova assombrado por várias falhas de motor, que não lhes permitiam melhor do que "perder" 2m 12,50s, para os homens da frente. O Campeão Nacional em título, Carlos Vieira, navegado por Jorge Carvalho em Hyundai i20 R5, foi também assombrado por problemas de vária ordem, como o motor que se desligou logo no início da prova e um capotanço logo de seguida. Quando não teve problemas foi rápido, tal como o Bi-Campeão Mundial de Produção, Armindo Araújo.

Nas duas rodas motrizes Pedro Antunes e Jorge Gonçalves (Peugeot 208 R2) dominaram e terminaram com uma vantagem de 1m 31,60s sobre os principais adversários, Daniel Nunes e Rui Raimundo (Peugeot 208 R2). O podium das duas rodas motrizes fecou com a dúpla espanhola, Efren Llarena e Sara Fernandez (Peugeot 208 R2).

O Rally Serras de Fafe, foi marcado por uma assitiência numerosa e certamente que os largos milhares que se deslocaram às serras de Fafe não deram o tempo por mal-empregue. Sol e um optimo espectáculo fizeram parte do cardápio para o fim-de-semana. A organização esteve a cargo do DEMOPORTO.

  • Disseram os primeiros: 

Ricardo Moura

"Eu acho que quem gosta de rallys e viu este rally de fora viu que nós, pelo menos, empenhamo-nos a 200%. Em muitos sitios viemos no limite, sinceramente não sei se consigo fazer muito mais, se calhar é possível de o fazer mas eu não sei se o consigo e portanto estou muito feliz."

"Acho que é óptimo para os nossos patrocinadores e em particular para os Açores estarem na liderança do campeonato nacional é um destaque merecido para a região e portanto, estou ainda mais feliz por isso.

"Foi um rally super disputado, o Miguel esta de parabéns fez uma óptima prova, uma prova que considero bastante dura, aquela zona onde passamos as quatro vezes mais parecia todo terreno, mas conseguimos ultrapassar com destinção as adversidades e estou muito feliz por isso."

Miguel Barbosa

"Primeiro estou muito orgulhoso por estar a fazer parte deste momento, por outro lado triste por perder a vitória por 1,7 e por outro lado orgulhoso por aquilo que fizemos, aquilo que a equipa fez, trabalhamos bastante bem antes da corrida e tivemos um excelente andamento."

Pedro Meireles

"Em termos de campeonato é uma boa operação. O campeonato esta bastante competitivo este ano e portanto penso que qualquer lugar no pódio é bom. No entanto não estou muito satisfeito com a nossa performance, acho que não devíamos andar tão longe dos primeiros, acho que a falta de preparação dos testes foi evidente, quase não pude testar antes de vir para a prova, mas agora é olhar em frente, aproveitar este resultado e trabalhar mais para estarmos mais competitivos no próximo rally... Basicamente foi isso."

  • Penalizações

Após terminar a prova, durante a conferência dos tempos, for detectado que Miguel Barbosa e Hugo Magalhães (Skoda Fábia R5) e que Pedro Meireles e Mário Castro (Skoda Fábia R5) fizeram falsa partida na Fafe Street Stage, o que motivou uma penalização e dez segundos a cada equipa. Com este acréscimo de tempos, Miguel Barbosa e Hugo Magalhães ficam a 11,70 segundos de Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5), mantendo a segunda posição. Pedro Meireles e Mário Castro perdem o terceiro posto para José Pedro Fontes e Paulo Babo (Citroen DS3 R5), que na classificação oficial terminam 1,80 segundos na frente dos homens do Skoda.

SF1 8906 SF1 8909 SF1 8913 SF1 8929 Elias Barros e Paulo Silva (Ford Fiesta R5) desistiram no Sábado, fruto de uma má "aterragem" no segundo salto de Lameirinha. Fotos de Zoom Motorsport.

O rali classificativa a classificativa

  • Montim 1

Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5) começaram o dia com mais uma vitória. Completaram os 8,66 Km´s em 6m 05,60s e recuperarm duas décimas aos líderes da classificação geral, Miguel Barbosa e Hugo Magalhães (Skoda Fábia R5). A diferença entre os dois primeiros é agora de 1,40 segundos.

Os dois da frente voltaram a ganhar tempo aos restantes. Pedro Meireles e Mário Castro (Skoda Fábia R5) cederam 5,60 segundos, mas não perderam o terceiro posto da geral, tanto mais que nesta prova a oposição foi encabeçada por Armindo Araújo e Luís Ramalho (Hyundai i20 R5), que ainda ontem ficaram com os problemas de motor resolvidos.

Carlos Vieira e Jorge Carvalho (Hyundai i20) rodaram num tempo muito semelhante ao de Araújo e Ramalho, apenas uma décima mais lentos. 

António Dias e Daniel Pereira (Skoda Fabia S2000) eram as primeiras vítimas do segundo dia de prova. Ficavam parados na classificativa, perdiam muito tempo mas retomavam o andamento.

Nas duas rodas motrizes Pedro Antunes e Jorge Gonçalves (Peugeot 208 R2) lideravam, ganhavam cinco segundos e meio aos rivais Daniel Nunes e Rui Raimundo (Peugeot 208 R2)

Juan Vidal e Aaron Rocillo (Peugeot 208 R2) tinham uma saída de estrada, seguida de toque e desisitiam.

  • Ruivães/Confurco

Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5) voltaram a ser os mais rápidos, rodaram em 9m 42,50s. 

Miguel Barbosa e Hugo Magalhães (Skoda Fábia R5) cederam 3,50 segundos e baixaram para o segundo posto, agora a 2,10 segundos dos homens do Ford.

Carlos Vieira e Jorge Carvalho (Hyundai i20 R5) assinou o segundo melhor tempo 9m 45,50s.

Armindo Araújo e Luís Ramalho (Hyundai i20 R5) realizaram o quarto tempo.

Joaquim Alves e Sancho Eiró bateram no final do troço, antes do salto e o Ford Fiesta R5 ficou parado sobre o traçado, o que motivou a interrupção da prova.

  • Gontim 1

Nova troca de comandantes e menos de três segundos separavam os dois primeiros no final da primeira ronda do dia. 

Miguel Barbosa e Hugo Magalhães (Skoda Fábia R5), com o tempo de 4m 46,10s voltaram a colocar-se na frente da prova, agora com 2,80 segundos de vantagem sobre Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5). 

Armindo Araújo e Luís Ramalho foram os terceiros mais rápidos, embora o motor do Hyundai continue a falhar e tenha dado alguns problemas com a válvula "pop-off" durante a manhã. 

Carlos Vieira e Jorge Carvalho (Hyundai i20) foram apenas oito décimas mais lentos do que o Bi- Campeão mundial de Produção.

José Pedro Fontes e Paulo Babo (Citroen DS3 R5) foram quintos. José Pedro Fontes confessava-se "mais confiante, a ganhar ritmo e a entrar nos tempos."

  • Disseram os primeiros

Miguel Barbosa

"Sim estamos com um bom ritmo, uma luta animada com o Ricardo, satisfeitos. Montim correu-nos bem; o segundo troço do dia, perto da zona final quando chegamos ao Confurco, achei que estava furado atrás, mas era o piso a causar... não estava, mas perdemos ali um bocadinho o foco e acho que perdemos um bocadinho de tempo... por isso, mas não justifica todo o tempo perdido. Depois decidimos atacar forte no ultimo e pronto recuperamos a liderança, está tudo em aberto, estamos aqui a jogar ao segundo e portanto vamos ver."

Ricardo Moura

"Sim, está a ser uma prova interessante e é bom estarmos nessa luta. Portanto, faltam três classificativas, vamos ver se pelo menos dessa vez terminamos. Isso era importante para nós. Gostava de terminar este rally... fazer o nosso melhor como é óbvio, mas tentando chegar ao final da prova."

  • Montim 2

Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5) voltaram a ganhar, rodaram em 6m 03,40s tiraram duas décimas ao tempo de Miguel Barbosa e Hugo Magalhães (Skoda Fábia R5). A duas classificativas do fim, a diferença entra ambos é de 2,06 segundos.

Armindo Araújo e Luís Ramalho (Hyundai i20 R5) foram os terceiros mais rápidos, a 5,70 segundos dos líderes e por sua vez tiveram Carlos Vieira e Jorge Carvalho (Hyundai i20 R5) a cinco décimas.

José Pedro Fontes e Paulo Babo (Citroen DS3 R5) foram os quintos mais rápidos, tiraram sete décimas à diferença que têm para Pedro Meireles e Mário Castro (Skoda Fábia R5), mas com menos 14 segundos nas contas da geral a dupla do Skoda mantém o terceiro posto.

  • Ruivães/Confurco

Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5) tiraram 1,20 segundos à primeira passagem e voltaram para a frente da prova, agora com 1,70 segundos de vantagem sobre Miguel Barbosa e Hugo Magalhães (Skoda Fabia R5).

Armindo Araújo e Luís Ramalho (Hyundai i20 R5) assinaram o segundo melhor tempo da classificativa, a 2,50 segundos dos líderes do rali.

José Pedro Fontes e Paulo Babo (Citroen DS3 R5) voltaram a ser mais rápidos do que Pedro Meireles e Jorge Carvalho (Skoda Fabia R5), com uma diferença de 3,90 segundos, mas na geral ficaram a 10,10 segundos de serem terceiros.

José Carlos Macedo e Luis Lisboa (Ford Fiesta R5) tiveram uma aterragem violenta no segundo salto, que motivou a desistência da equipa e a interrupção da classificativa. 

  • Gontim 2

Final de rali espectacular, com Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5) e Miguel Barbosa e Hugo Magalhães a terminarem a classificativa empatados! No somatório, a vitória sorriu à equipa do Ford, pela margem de 1,70 segundos.

rodape rali 18

Rally Serras de Fafe - Sábado

Cabeçalho rali 18

O Campeonato de Portugal de Ralis arrancou em Fafe, com a realização do Rally Serras de Fafe, organizado pelo DEMOPORTO – Clube de Desportos Motorizados do Porto.

A prova é marcada pelos regressos do Bi-Campeão Mundial de Produção, Armindo Araújo; pelo regresso do Campeão Nacional, José Pedro Fontes e do veterano José Carlos Macedo.

Alinharam 86 equipas, divididas pela Taça de Ralis Norte (16 participantes), Campeonato Norte de Ralis (32 participantes) e Campeonato de Portugal de Ralis, Troféu Ibérico de Ralis e Taça da Europa de Ralis (38 participantes). Destaque-se ainda que alinharam 21 R5´s, os automóveis mais competitivos do panorama europeu.

serras fafe barbosa sabado  serras fafe barbosa voo Miguel Barbosa/Hugo Magalhães (Skoda Fábia R5) - Foto Aifa

  •  Lameirinha 1

Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5) começaram com o andamento habitual nesta prova, ou seja a disputar o primeiro posto e a assinar o melhor tempo, com 10m 13,90s, o que corresponde a uma média de 87,5 Km/h e bateram Miguel Barbosa e Hugo Magalhães (Skoda Fábia R5) por 1,1 segundos.

Pedro Meireles e Mário Castro (Skoda Fábia R5) foram terceiros, a 9,50s e “seguraram” Armindo Araújo e Luís Ramalho (Hyundai i20 R5), por duas décimas de segundo. Ricardo Teodósio e José Teixeira (Ford Fiesta R5), encerraram o grupo dos cinco da frente.

Carlos Vieira e Jorge Carvalho, ficaram sem pressão de gasolina no Hyundai i20 e desceram até ao Confurco com o carro desligado, o que os fez perder algum tempo.

Pedro Antunes e Jorge Gonçalves (Peugeot 208 R2) fazem o 15º tempo da geral, com 11m 07.10s e foram os mais rápidos das duas rodas motrizes.

Desistências

Elias Barros e Paulo Silva tiveram uma aterragem violenta após o segundo salto, o que motivou a desistência.

José Carlos Macedo e Luís Lisboa (Ford Fiesta R5) capotaram o carro ficou na estrada, numa zona estreita no meio da classificativa motivou a interrupção da prova.

Ruben Moura e Jorge Carvalhosa (Peugeot 208 R2) saíram de estrada após o segundo salto.

  • Luílhas 1

Miguel Barbosa e Hugo Magalhães (Skoda Fabia R5) bateram Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5) por 4,8 segundos e passaram para a frente do rali, com uma vantagem de 3,70 segundos. 

Armindo Araújo e Luís Ramalho (Hyundai i20 R5) fizeram o terceiro tempo, passando a ocupar igual posição na classificação geral, a 23,90 segundos dos líderes, mas por sua vez, com uma vantagem de 30 centésimas sobre Pedro Meireles e Mário Castro (Skoda Fabia R5).

O Campeão Nacional em título, Carlos Vieira, navegado por Jorge Carvalho (Hyundai i20 R5), capotou, perdeu tempo, mas pode retomar o andamento. Após a classificativa estavam em oitavos da geral.

Ricardo Teodósio e José Teixeira (Ford Fiesta R5) saíram de estrada e desisitiram.

Disse Carlos Vieira após as duas primeiras classificativas:

"Na primeira classificativa nos ficamos sem pressão de gasolina e perdemos muito tempo na zona do Confurco... tivemos que descer tudo com o carro desligado. Depois lá em baixo, fizemos um resert e o carro voltou a pegar. Arrancamos e em Luinhas acabamos por capotar no ultimo gancho à direita e tivemos que esperar por gente, puseram-nos direitos e nós arrancamos... Pronto estamos a 56s, ainda é bom!"

  • Lameirinha 2

Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5) ganharam a classificativa, com uma vantagem de 7,10 segundos sobre Miguel Barbosa e Hugo Magalhães (Skoda Fábia R5). A dupla do Ford regressou à liderança da prova, agora com uma vantagem de 3,40 segundos.

Pedro Meireles e Mário Castro (Skoda Fábia R5) fizeram o terceiro tempo, cederam 10,40 segundos para os homens da frente. Ficavam a 30,90 segundos do primeiro posto nas contas da geral.

José Pedro Fontes e Paulo Babo (Citroen DS3 R5) assinaram o quarto tempo, à frente de João Barros e Jorge Henriques (Ford Fiesta R5) e reduziram a diferença para os homens do Ford, para 7,20 segundos.

Armindo Araújo e Luís Ramalho viram o motor do Hyundai perder potencia e cumpriram a classificativa em ritmo lento, perderam 43,40 segundos para os líderes de uma assentada.

Carlos Vieira e Jorge Carvalho (Hyundai i20 R5) estão definitivamente em maré de azar. Furaram e os 56,70 segundos perdidos para os primeiros são disso exemplo.

  • Luílhas 2

Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5) voltaram a assinar o melhor tempo e dilataram a diferença para Miguel Barbosa e Hugo Magalhães (Skoda Fábia R5), para 7,50 segundos.

José Pedro Fontes e Paulo Babo (Citroen DS3 R5) têm vindo a aumentar de ritmo e agora fizeram o terceiro tempo, à frente de Pedro Meireles e Mário Castro (Skoda Fábia R5). Os homens do Skoda mantêm a terceira posição à geral, mas têm Fontes e Babo, agora a 18,30 segundos.

Carlos Vieira e Jorge Carvalho, desta vez sem problemas no Hyundai i20, assinaram o quarto tempo da classificativa.

João Barros e Jorge Henriques (Ford Fiesta R5), em termos de contas à geral, consolidaram o quinto posto da geral, tanto mais que Armindo Araújo e Luís Ramalho se mantiveram em ritmo lento, com o motor do Hyundai a pura e simplesmente se recusar a andar.

Nas Duas rodas motrizes Pedro Antunes e Jorge Gonçalves (Peugeot 208 R2) mantêm-se como os mais rápidos, terminaram a segunda ronda na 12ª posição e imiscuíram-se nas lutas dos R5´s.

Daniel Nunes e Rui Raimundo (Peugeot 208 R2), afirmaram-se como a principal oposição. Pelo meio ficou o Hyundai i20 R5 de Manuel Castro e Luís Costa.

Paulo Neto e Vitor Hugo (Citroen DS3 R3T) eram os melhores classificados do grupo RC3, à frente de Miguel Correia e Pedro Alves (Renault Clio R3).

Disseram os primeiros, após a dúpla passagem por Lameirinha e Luilhas:

Ricardo Moura

"A avaliar pelos últimos anos, o rally ainda vai no inicio. Temos passado sempre o primeiro dia na frente do rally e sinceramente quero ver para querer, portanto tenho que me  manter assim concentrado."

"Acho que vai ser... está a se um rally extremamente duro... duríssimo! Eu nem quero imaginar aquelas zonas Luilhas onde vamos, se Deus quiser, passar quatro vezes... agora já o carro saia dos trilhos, saía o volante das mãos, imagino como vai ser se chegarmos lá amanhã. Vai ser muito duro mesmo. O carro tem se portado bem, pouco grip em alguns momentos... mas isso foi com toda a gente... é muito duro e espero que os pilotos e as mecânicas aguentem... vai ser duro."

Miguel Barbosa

"Fizemos numa boa sessão de testes antes desta prova e temos vindo a trabalhar bastante também no novo sistema de notas, sinto-me bastante confiante e o trabalho com o Hugo tem sido também bastante proveitoso. Entramos com um ritmo forte, sentimo-nos confiantes com o carro, não arriscamos em demasia e portanto estamos satisfeitos obviamente com os resultados."

"Este é o ano em que, no fundo, queremos lutar pelo titulo, estamos a fazer por isso. Agora já sabia que nos troços da noite ia ser um bocadinho mais complicado para mim, mas pronto tudo bem perdemos aqui um bocadinho, estamos a sete segundos da liderança... portanto tudo em aberto."

  • Fafe Street Stage

Duas passagens pelo traçado criado nas ruas de Fafe, concluíram o primeiro dia de competição. Uma classificativa em “toada” de festa, com alguns milhares de espectadores a emoldurarem a prova.

Miguel Barbosa e Hugo Magalhães (Skoda Fábia R5) aproveitaram para recuperar a liderança da prova. Tal facto deveu-se fundamentalmente graças ao tempo canhão da primeira passagem (1m 34,40s) e ao facto de ter voltado a assinar a melhor marca da segunda volta.

Ricardo Moura e António Costa (Ford Fiesta R5) aparentemente adoptaram um ritmo mais cauteloso e isso custou-lhes terminar o dia no segundo posto a 1,60 segundos e com tudo a ficar em aberto para o segundo dia.

Pedro Meireles e Mário Castro (Skoda Fábia R5) mantiveram a terceira posição da geral, mas José Pedro Fontes e Paulo Babo (Citroen DS3 R5) aproveitaram para ganhar mais três segundos.

João Barros e Jorge Henriques (Ford Fiesta R5) terminaram o dia no quinto posto.

Carlos Vieira e Jorge Carvalho e Armindo Araújo e Luís Ramalho estiveram na luta pelos lugares da frente, provando que podem andar rápido, desde que os Hyundai não dêem problemas. O tempo perdido nas classificativas anteriores impede-os de ir mais longe. No caso de Armindo é sexto e Vieira oitavo, pelo meio ficava a equipa espanhola Alexandre Villanueva e Oscar Sanchez em Skoda Fábia R5.

  • Taça FPAK de Ralis

Ricardo e Carlos Matos (Mitsubishi Lancer EVO IX) dominaram o primeiro dia de competição, venceram todos os troços e fecharam as contas do dia com uma vantagem de 1m 55,70 segundos sobre a concorrência.

O segundo posto foi bem mais disputado. Pedro Sá e Leandro Pereira (Mitsubishi Lancer EVO IX) começaram por ser segundos, mas na classificativa seguinte cediam para Luís Mota e Alexandre Ramos (Mitsubishi Lancer EVO VI). Mas nesta mesma luta entravam Fernando Teotónio e Ricardo Domingos (Mitsubishi Lancer EVO VII) e José Merceano e Francisco Pereira (Mitsubishi Lancer EVO VIII).

Com final do dia Fernando Teotónio e Ricardo Domingos acabariam por levar a melhor. Batiam Merceano e Pereira por dez segundos, que assim baixavam para terceiros.

Nas duas roas motrizes, Manuel Martins e Rui Vilaça (Peugeot 206 Gti) foram sedimentando a vantagem que os colocava na sexta posição da geral, sendo os primeiros “não-Mitsubishi”.

A liderança dos 4X2 não foi fácil, João Vieira e Bruno Abreu (Peugeot 206 Gti) e João Castela, navegado pelo espanhol Maikel Rodriguez num bem mais recente Peugeot 208 R2, estiveram também na luta.

  • Campeonato Norte de Ralis

Fernando Peres e José Pedro Silva (Mitsubishi Lancer EVO IX) dominaram a prova desde o início e parece mesmo que optou por gerir a vantagem no fim do dia, que se cifrava em 6,30 segundos, sobre Márcio Marreiros e Rui Serra (Mitsubishi Lancer EVO IX).

O segundo posto foi muito disputado. Carlos Fernandes e Valter Cardoso (Mitsubishi Lancer EVO VI) decidiram que não iam facilitar em nada e Marreiros e Serra, só após a segunda passagem pela Fafe Street Stage conseguiam garantir a vice liderança, embora ainda tenham perdido mais seis décimas, para os homens do EVO VI.

Tiago Almeida e Ricardo Pinto (Mitsubishi Lancer EVO IX) e Gaspar Pinto e Bernardo Gusmão (Mitsubishi Lancer EVO VI) completaram o grupo dos cinco da frente.

António Oliveira e Luís Boica (Peugeot 205 Gti) comandavam nas duas rodas motrizes, no fundo num lugar a que nos habituaram a andar. No entanto Rui Mendes e Bruno Pedrosa (Toyota Corolla Gti) rodaram bem perto no início, mas acabaram por ceder 1m 06s, para a equipa do Peugeot.

 

 

rodape rali 18